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Durante a manhã desta quinta-feira, dia povo revoltado, vítima de danos das obras da Barragem de Serro Azul, realizaram um Protesto paralizando as obras da barragem e a rodovia PE 103. Cobranças sobre promessas do Governo do Estado de Pernambuco que não foram realizadas.O custo da obra da barragem foi anunciado no valor de R$246.007.780,35. E prazo de 18 meses para conclusão. Há rumores de que a obra superfaturou. O tempo previsto para conclusão não foi cumprido, pois desde 2012 que a população daquele Distrito Palmarense sofre com poluição e outras consequências do empreendimento como relatam os moradores no vídeo abaixo.
Muitos problemas afetam diretamente moradores dos arredores da construção e futuramente também os moradores de lugares abaixo do paredão da barragem.
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A população do distrito de Serro Azul, em Palmares, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, realiza um protesto na manhã desta sexta-feira (7). A manifestação interdita a rodovia PE-103, nas proximidades do acesso ao distrito.
Os manifestantes reivindicam as indenizações prometidas pelo governo do Estado para as desapropriações para a construção da barragem de Serro Azul, na mesma região.
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Um protesto interdita, na manhã desta quarta-feira, a BR-101 nos dois sentidos. A manifestação acontece na altura do quilômetro 96, no município de Palmares, Zona da Mata de Pernambuco.Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local. Moradores da região se mobilizam contra a remoção do local para possibilitar a construção da Transnordestina.
Na semana passada, sessenta e três famílias que vivem no bairro de Fleixeiras, no município de Escada, participaram de uma audiência de conciliação na 6ª Vara Federal de Pernambuco com a empresa Transnordestina Logísita S/A.
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Sessenta e três famílias que vivem no bairro de Fleixeiras, no município de Escada, zona da mata de Pernambco, participam, nesta quinta-feira, de uma audiência de conciliação na 6ª Vara Federal de Pernambuco com a empresa Transnordestina Logísita S/A.
De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a comunidade situada às margens da linha férrea e formada ao todo por cerca de 100 famílias, vem desde 2011 sofrendo ameaças de despejo pela empresa que moveu uma ação de reintegração de posse para construir um trecho da Transnordestina. Na épica, o juíz federal da 6ª vara, Helio Silvio Ourem Campos, concedeu liminar à empresa, determinando a reintegração de posse imediata e autorizando a demolição das casas.
