Comissão Pastoral da Terra Nordeste II

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Uma equipe de fiscais do trabalho da Bahia libertou no início do mês mais 30 pessoas que viviam em condições semelhantes à escravidão no oeste do estado. Foram encontradas oito crianças. Casos como este ainda são muito comuns no Brasil, como revela a atualização da “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em julho deste ano. A relação contém nomes de 178 empregadores flagrados explorando mão-de-obra escrava em propriedades rurais. Vinte e seis novos nomes foram incluídos na última atualização e 30 empregadores foram retirados provisoriamente da relação, conforme ordem judicial. Entre os nomes autuados, mais de 60 casos concentram-se no Pará, como o de Vitalmiro Bastos de Moura. Além de manter trabalho escravo em suas terras, Moura é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária estadunidense naturalizada brasileira Dorothy Stang, ocorrido em fevereiro de 2005, na cidade de Anapú. Ele ainda não foi a julgamento. O senador João Ribeiro (PL-TO) também está na lista. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), há pelo menos 25 mil trabalhadores escravizados trabalhando em fazendas do país. Para ler a “lista suja”, acesse a página do Ministério do Trabalho na internet: www.mte.gov.br. Fonte: Agência Notícias do Planalto Por: Clara Meireles