Comissão Pastoral da Terra Nordeste II

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Um dia antes da comemoração da (in)dependência do Brasil, o Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco mostra mais uma vez que o país continua dependente dos interesses estadunidenses. O pedido de habeas corpus pela prisão preventiva do Coordenador Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Jaime Amorim, foi negado hoje no julgamento por mérito, em audiência extraordinária do TJ-PE. O Coordenador do MST teve pedido de prisão preventiva decretado por danos ao patrimônio publico durante manifestação contra a invasão do Iraque em frente ao Consulado dos Estados Unidos no Recife, ano passado. O pedido de prisão de Amorim foi feito pela própria Consulesa dos Estados Unidos no Recife, em carta ao Secretario de Defesa Social. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra considera mais essa decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco uma decisão política, uma vez que o próprio Superior Tribunal de Justiça argumentou, em seu parecer favorável ao habeas corpus de Jaime, a ilegalidade da sua prisão preventiva. Trabalhadores Sem Terra participam do Grito dos Excluídos Amanhã, sete de setembro, enquanto as elites comemoram a chamada (in)dependência do Brasil, o povo sai as ruas para o 12º Grito dos/as Excluidos/as. Cerca de 700 trabalhadores Sem Terra vindos de acampamentos e assentamentos de todo o Estado de Pernambuco se concentrarão às 8hs, em frente à Celpe, no bairro de Santo Amaro, de onde sairão em marcha ao encontro da concentração do Grito dos/as Excluídos/as, na praça Osvaldo Cruz. Pela primeira vez no Recife, o Grito dos/as Excluídos fará o mesmo trajeto do desfile militar oficial, seguindo pela Av. Conde da Boa Vista. A marcha terminará na Praça do Carmo, no Centro de Recife. Trabalhadores Sem Terra presos em Sertânia são libertados Os trabalhadores rurais Sem Terra José Paulo da Silva e Paulo de Barros da Silva, presos no ultimo dia 24 de agosto, no acampamento Juá, município de Sertânia, foram libertados hoje (06). O juiz Gilvan Macedo dos Santos, sentenciou os trabalhadores rurais a sete horas semanais de trabalho comunitário durante um ano.