Comissão Pastoral da Terra Nordeste II

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Cerca de 2 mil trabalhadores estão ocupando o INCRA, hoje 06/11. Na pauta de reivindicações consta: vistoria das propriedades ocupadas pelos trabalhadores, parcelamento das áreas de reforma agrária que já foram desapropriadas, liberação dos recursos do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), da Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (ATES), habitação, eletrificação e infra-estrutura para os assentamentos. "Não há possibilidade de nos calarmos diante da inoperância do INCRA, pois nos últimos quatro anos tivemos apenas 169 famílias assentadas. O Incra também não consegue realizar as vistorias nas áreas ocupadas pelos trabalhadores, essa realidade é evidenciada quando, por exemplo, das cerca de 100 propriedades reivindicadas pela Fetraf-PE apenas uma fazenda foi vistoriada este ano. Os acampamentos sem terem resposta do Governo Federal tornam-se um "barril de pólvora" que acaba explodindo nas cidades. A violência no campo, conflito que vem se agravando drasticamente, só terá fim quando o Governo realmente fizer a reforma agrária, no entanto, para isso acontecer será preciso sair do discurso, priorizando a reforma agrária e tornando-a a principal política pública de inclusão social, geração de emprego e renda, para de uma vez por todas recuperarmos a cidadania", afirma João Santos, presidente da Fetraf-PE. ---------------------------------- Assessoria Comunicação Fetraf-PE